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Parte do nosso cérebro trata tudo como se fosse um objeto. E a outra parte pode transformar qualquer coisa em um assunto. Objetos são chatos. Os assuntos são infinitamente interessantes.
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Pense bem, um objeto é uma ferramenta que usamos para nos servir. Por outro lado, um assunto é algo que servimos. Os assuntos são muito melhores do que os objetos. É por isso que, depois de anos de verdadeira amizade, as pessoas continuam se surpreendendo e se deliciando com isso. É por isso que alguém pode dedicar sua vida a estudar um grupo de pessoas, um lugar, uma ideia ou atividade e nunca se cansar disso. Os sujeitos nos trazem novos assuntos.
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Tratar seus clientes como sujeitos, em vez de objetos, pode ser desgastante, mas é fundamental para o seu negócio e sua marca. Se você vê o marketing com foco no objeto, você só foca na venda. Se você vê o marketing como forma de atender pessoas, o seu foco são elas. Só lembro uma coisa: são as pessoas que compram de você.
Para alcançar boas vendas, crie experiências maravilhosas para as pessoas. Conhecer e entender nossos clientes, portanto dedicar tempo para conhecer e entender a experiência que eles buscam é sobreviver em tempos como os de hoje.
O que você e sua equipe podem fazer hoje para começar a servir seus clientes como sujeitos, em vez de objetos?
Aqui está uma idéia para fazer isso, apesar de que minha sugestão não se destina a ser uma fórmula que você segue, porque seu mercado, tamanho/estágio de negócios e cultura provavelmente são muito diferentes dos meus.
Simplesmente trate isso como uma abordagem de como você pode organizar e implementar mudanças profundas sem esgotar a você e a sua equipe.
Você conhece realmente bem seus clientes? O que os faz perder o sono à noite? Que trabalhos funcionais, emocionais e sociais eles estão tentando realizar em suas vidas?
Que perguntas você está fazendo aos clientes? Por quê? Que perguntas você não está fazendo? Por que não?
Quais dados você está coletando? Por quê?
Como você está estruturando e usando esses dados?
Sua equipe está coletando dados porque deveriam ou porque estão realmente interessados neles? Esses dados estão seguros e estão de acordo com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados)?
Com que frequência você está tendo conversas reais com seus clientes? Os clientes dos seus concorrentes? Não clientes?
Com que frequência você está em campo acompanhando os clientes? Quantas vezes você deveria estar?
Como você está usando as redes social para os ouvir?
Quais são os valores da sua empresa?
Quando foi a última vez que você ganhou ou perdeu um cliente por causa desses valores?
O que você pode prometer e garantir que assustaria seus concorrentes e conquistaria novos clientes?
Por que você não é a marca nº 1 ou nº 2 em seu mercado? O que é preciso para chegar lá?
Se alguém perguntasse a dez clientes sobre sua marca, o que eles ouviriam?
A próxima campanha de e-mail foi projetada para servir sua empresa ou a de seus clientes? Prove.
Quais 20% de seus gastos estão gerando 80% de seus leads?
Quem são os dez influenciadores em seu setor que todo mundo presta atenção? Eles conhecem, confiam e gostam de você e sua empresa? Eles são realmente confiáveis? Por que ou por que não?
Quantos grupos de clientes potenciais estão entrando e saindo do seu funil?
O que diferencia cada cluster de clientes ?
Quais clusters específicos estão convertendo? Por quê?
Onde exatamente o marketing termina e as vendas começam?
Onde estão as falhas mais comuns no seu funil de marketing e vendas? Por que elas ocorrem?
Quanto custa criar um novo cliente?
O que, especificamente, está fazendo com que os clientes existentes permaneçam por aí? É preço? Qualidade? Serviço? Marca? Preguiça?
Quanto custa você manter um cliente?
Seus clientes são consumidores ou co-criadores? Por quê?
Existem centenas de perguntas, como estas, as quais poderíamos fazer. E existem dezenas de abordagens que poderíamos adotar. Como dedicar uma semana de cada vez a uma área específica, como SEO (Search Engine Optimization), canais sociais, otimização de email, etc.
A moral da história: questione tudo! Devemos procurar entender de onde vieram as coisas que fazemos como gestores de empresas. Em seguida, devemos determinar se essas coisas ainda são relevantes (ou alguma vez foram).
Finalmente, relembro para que você trate os seus clientes como sujeitos com assuntos interessantes e não apenas meros alvos (objetos móveis) para atingir metas de vendas.
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Nos dias de hoje vemos muitas pessoas experimentando trabalho remoto pela primeira vez. Entre inúmeras horas no Zoom, Google Meet, etc. e dores de coluna, estamos vivendo mudanças que vieram para ficar. Mas essa rotina vai até quando? E como isso pode afetar sua produtividade? Uma das razões que me permite fazer tudo o que eu faço nos últimos anos foi a minha adaptação ao trabalho remoto.
Aprendemos a usar novas ferramentas como agendas online, Slack, Trello, Asana, CRMs, entre outras. Teste algumas para chamar de suas. Eu tenho as minhas. Se quiser me procure e me pergunte quais são. Terei o prazer de te ajudar. Mas o foco aqui são escolhas.
Você nunca dorme?
Muitas pessoas me perguntam “Você nunca dorme?”. Acho que é algo relativo à minha produtividade pessoal. Se alguém observar o uso que faço das mídias sociais, certamente poderá ter uma idéia de que sou viciado em trabalho e em produzir conteúdo.
Eu escrevo artigos livres semanais e artigos científicos para revistas especializadas. Publico vídeos e podcasts. Em “tempos normais”, não é incomum eu ter várias viagens profissionais por mês (nacionais e internacionais). Estou como diretor de comunicação voluntário da Casa da Esperança de Santos. Atuo em diversos projetos na comunidade. Sou professor na UNIFESP – Universidade Federal de São Paulo e, algumas vezes por ano, ministro palestras em outras universidades como convidado. Ainda atuo como investidor em segmentos como entretenimento e tecnologia.
E, no entanto, mesmo com tantas atividades, eu sinto que tenho uma vida divertida, equilibrado e passo tempo com minha família. Pratico exercícios e atividades de lazer regularmente, incluindo caminhadas e mergulho. Tento mesclar meu trabalho com lazer de uma forma equilibrada. E adoro fotografar!!
Então…como eu faço tudo isso e não fico louco? Eu sigo uma regra simples de produtividade pessoal:
Foco no que importa
Antes de chegar à minha dica para produtividade pessoal, tenho que explicar as três funções principais da minha atuação:
1. Conteúdo
Comunicar sua marca pessoal começa com conscientização e, para mim, conscientizar começa com conteúdo. Eu construí uma carreira de professor por 25 anos e o conteúdo é o combustível para uma marca pessoal.
Portanto, passo muito tempo atualizando meu blog e criando conteúdo, porque essa é a minha reputação. A criação de conteúdo também inclui vídeos, podcasts, oficinas, palestras e seminários on-line e, ocasionalmente, conteúdo em outras publicações.
2. Público
Às vezes, equilibrar o tempo do seu público e o seu tempo para criar conteúdo é complicado. Algumas situações novas sobre a sua profissão ou negócio acontecem o tempo todo e podem fazer com que seu público ache que o que você acabou de publicar já esteja ultrapassado.
Para antecipar situações assim, sempre tenho uma lista de possíveis temas para conteúdo para o blog em mãos. Coleto e salvo em ferramentas digitais. A minha preferida é o Google Keep.
Dessa forma a produtividade fica mais alinhada com a urgência que o tempo hoje impõe.
3. Aulas
Aulas na universidade, palestras e workshops são importantes para mim. Ensinar no nível superior significa que posso permanecer próximo ao que existe de mais atual na minha profissão.
Estar envolvido nesse nível e poder responder a perguntas inteligentes que surgem alimenta meu trabalho com conteúdo atualizado e públicos interessados. O trabalho em sala de aula também pode levar a oportunidades como pesquisador. Então, tudo isso funciona bem junto! E, com isso, consigo produzir conteúdo para o meu público.
A ideia por trás da produtividade pessoal
Essas três coisas – conteúdo, públicos e aulas consomem meu foco e meu tempo.
Se houver trabalho em minha mesa (ou gerenciador de tarefas) que não atenda a uma dessas três funções principais, eu o terceirizo ou digo “não”, se possível.
Essa é uma disciplina extremamente importante, porque às vezes isso significa recusar coisas que eu gosto de fazer, como participar de eventos ou iniciar novos projetos.
A principal ideia aqui é que, para alcançar o máximo de produtividade pessoal, você DEVE se concentrar inteiramente nas três principais funções principais do seu negócio ou da sua atividade, sejam elas quais forem. Então, livre-se de tudo o mais que puder.
Existem coisas que preciso fazer para administrar minhas atividades no cotidiano mas opto por terceirizar. E outras coisas que tenho que dizer “não”. Simples assim.
Aplicando isso ao seu mundo
Esse é um conceito muito simples, mas tudo começa com a identificação dos três componentes críticos do seu negócio. E mantenha até três. Isso foi algo que me ocorreu durante anos de atuação como professor universitário e acho que funciona.
Agora vem a parte difícil. Dizer “não”.
Sei que, se você está iniciando um novo negócio ou carreira, precisa abraçar todas as tarefas que são necessárias. Mas ouvi falar que para se tornar um empreendedor de sucesso será fundamental entregar parte dessas tarefas o mais rápido possível para alguém realizar-las. Isso se chama delegar.
Existem muitos serviços virtuais terceirizados disponíveis para ajudar você e grandes empresas, desde cuidar das suas mídias sociais até o atendimento ao cliente. Se essa não for uma função essencial do seu negócio, claro.
Não se envolva em atividades que não criem valor direto para os negócios. Concentre-se na criação de valor , não na administração.
Seguir essa ideia simples tornou minha vida extremamente produtiva … e muito mais divertida.
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Espero que você aproveite este conteúdo da melhor forma possível!
Comente sobre os assuntos aqui tratados, compartilhe e nos envie as sugestões de temas e conteúdo!
Aguardo os seus comentários!
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É uma fórmula simples que uso até para a construção das minhas aulas na universidade há muitos anos, por exemplo. Mas eu tive que atualizar o método recentemente para o ajustar ao nosso ambiente de marketing atual. Vamos lá falar sobre isso? Sim? Então, aqui vamos nós.
Ouça este episódio no Spotify clicando na imagem abaixo
Primeiro, vamos revisar e entender a fórmula original. Ela ainda funciona: Um conteúdo, na teoria do Marketing, precisa ser relevante, interessante, oportuno e divertido. Se você criar um conteúdo que consistentemente atinge, pelo menos, três desses quatro ângulos, sua mensagem estará perto do que consideramos ser correta.
Fórmula tradicional
1. Conteúdo relevante
E se você tem múltiplos interesses diferentes como livros, animais de estimação, e carros? Você pode criar conteúdo sobre tudo o que você gosta? A resposta é … depende.
Você não quer confundir as pessoas, certo:? Se você iniciou uma série de vídeos sobre móveis e, em seguida, faz uma publicação sobre a história da raça poodle seus seguidores podem pensar: “O que está acontecendo aqui? Eu vim aqui para as dicas de tratamento de madeira!”. Dessa forma, você passa a não ser mais relevante para essa persona.
Agora, isso não quer dizer que você não pode falar dos seus hobbies e interesses em seu conteúdo. Eu costumo falar de shows, viagens, tecnologia, gastronomia e outras áreas de meu interesse pessoal para animar meus posts, mas deixo as postagens mais relevantes relacionadas para o meu trabalho principal como professor de Administração, Comunicação e Marketing.
2. Conteúdo interessante
Publicar conteúdo não é como um concurso de escrita criativa. É uma guerra pela atenção das pessoas. Cada parte do que é produzido por você deve ser interessante. Se você não pode fazer isso de forma consistente, você vai certamente perder o seu público para os concorrentes (em se tratando de empresas ou marcas) que podem prender a sua atenção.
Como você se mantém consistentemente interessante?
Quando eu criar conteúdo que seja particularmente provocativo positivamente, alguém pode vir na seção de comentários e escrever “Como você sabia que isso estava em minha mente?” ou “Como você sabia que nós estávamos falando sobre isso no trabalho?”. Acho que a diferença é que eu não penso somente sobre as coisas que me interessam – eu escrevo sobre a possibilidade de se abrir uma discussão construtiva. É preciso alguma coragem para colocar-se em exposição, mas essa é a chave para se manter interessante, não é? Você não precisa de todas as respostas para se tornar interessante. Você simplesmente tem que fazer as perguntas certas.
3. Conteúdo oportuno
A teoria mostra que as pessoas gostam de compartilhar ideias que representam o novo – pesquisas, avanços, dados. Assim, incorporando algo novo e provocante em seu conteúdo é uma ótima maneira de engajar uma audiência.
4. Conteúdo que entretenha e divirta
É o último fator tradicional que uso e talvez o mais importante na criação de conteúdo. Por que você compartilha um conteúdo? Porque ele pode ser divertido de alguma forma. Talvez o post com vídeo, um podcast, ou um blog nos façam rir, nos inspire, ou nos espante positivamente.
Pensar em termos de “entretenimento” pode criar um ponto de diferenciação para você ou sua marca. Você poderia se destacar da multidão e tornar-se conhecido por causa de seu estilo divertido. Este é um grande desafio para um típico criador de conteúdo corporativo, porque a maioria das empresas não pensa “como podemos ser mais divertidos hoje?” E, no entanto … elas deveriam. O conteúdo que se destaca também precisa de humor.
Mas com a possibilidade de um “novo normal” se aproximando nos próximos meses e em um mundo com esmagador crescimento de informação, você pode publicar conteúdo que seja relevante, interessante, oportuno, divertido e, mesmo assim, ainda não criar conteúdo que se destaque.
Fórmula com conteúdo superior
Você tem que ser superior à concorrência na criação de conteúdo. Podemos então adicionar essa palavra à lista tradicional. Hoje, ser grande conteudista não é suficiente. Você tem que ser o maior em seu nicho, porque se você não for, as pessoas vão focar em quem seja. Você faria o mesmo. Seus seguidores vão “mudar de canal.” A atenção está cada vez mais seletiva com a crise coronavírus.
Esta é uma idéia importante. Sua abordagem com relação ao conteúdo precisa estar sempre em evolução. Você precisa manter e elevar continuamente a qualidade e a relevância do que publica para manter os concorrentes à distância.
É por isso que o processo de inovação deveria fazer parte de todas as suas iniciativas de conteúdo, especialmente em nichos altamente competitivos. Lute, lute, lute para permanecer no topo.
Finalmente, conteúdo relevante, interessante, oportuno, divertido e superior deve ser o seu norte em comunicação digital (e também tradicional). Se você desenvolver conteúdo com esse pensamento você estará mais perto de atingir os seus objetivos.
Me diga se isso é útil para você!
Prof. Alberto Claro
Fica então mais uma dica para vocês.
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