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As pessoas passaram a querer cada vez mais conveniência digital e isso está provocando as marcas a correrem com mais velocidade atrás da inovação. Alie-se a isso a necessidade dos negócios proporcionarem um impacto mais positivo para todos os seus públicos.
As pessoas preferem produtos e serviços personalizados, esperam interações consistentes entre os departamentos das empresas (ou seja: que aquele empurra-empurra termine) e dizem que a experiência é tão importante quanto o produto ou serviço. Alguém duvida?
Todos nós esperamos que as empresas acelerem suas iniciativas de transformação digital, pois transformar produtos e serviços que sempre funcionaram para o cliente em novos formatos mais personalizados e em versões digitais de experiências pessoais representa um desejo particularmente forte e significa inovação digital aos nossos olhos.
As pessoas desejam melhorias na tecnologia que consomem. Some-se a isso, o desejo que a marca se foque em práticas socioambientais, ou seja, proporcione suporte baseado em confiança.
Os canais digitais provocam engajamento junto às marcas e ficarem populares em um mundo socialmente distante como o trazido pela pandemia que ainda estamos vivendo, especialmente com as gerações mais jovens, que são naturalmente conectadas.
Devemos esperar que as marcas ofereçam novas maneiras de obter produtos e serviços, além de novas versões digitais para experiências pessoais já tradicionais e situadas em nossa memória afetiva.
Uma experiência de serviço ao cliente positiva aumenta a probabilidade dele fazer outra compra, chegando ao ponto de perdoar a marca por um erro depois de receber um serviço excelente ou uma sensível melhoria na qualidade do atendimento. A crise trazida pela pandemia aumentou seu padrão do que se espera em relação ao serviço ao consumidor.
Cada vez mais esperamos interagir com alguém imediatamente quando entramos em contato com alguma empresa. As interações de serviços não podem ser vistas como fragmentadas, com fricção. Dica de ouro: busque a fluidez!
E bom atendimento não tem relação com percepção ou reputação anterior de marca. Até as marcas com aquela excelente reputação conquistada durante anos podem sofrer se não melhorarem a relação com o consumidor. À medida que o poder de compra digital aumenta, a definição de conveniência também muda. Priorizamos conveniência em detrimento da marca, mas isso é particularmente uma verdade para as gerações mais jovens. Esse público quer modelos que simplifiquem as compras. E não querem saber o que você precisa fazer para proporcionar isso.
Seja omnichannel
Lidar com esse público não é fácil. É preciso ser omnichannel. Quanto mais jovem a sua persona é, maior a diversidade de canais que você precisa disponibilizar para fortalecer o relacionamento com ela e provocar uma ótima experiência de atendimento.
As pessoas preferem usar diferentes canais, dependendo do contexto no qual estão inseridos.
Veja a lista dos dez canais preferidos pelas pessoas para entrar em contato com uma empresa:
1. E-mail
2. Telefone
3. Pessoalmente
4. Chat on-line
5. Aplicativos de dispositivos móveis
6. Aplicativos de mensagens
7. SMS/Texto
8. Portais on-line
9. Vídeo chat
10. Mídia social
Interessante observar que nas três primeiras posições aparecem ferramentas “mais antigas”, por assim dizer: e-mail, telefone e pessoalmente. O que importa, após tudo isso, é que cada consumidor tem a sua preferência e em um cenário onde boa parte dos clientes dizem que se sentem tratados como um número, oferecer opções e continuidade entre diferentes canais pode ser um diferencial.
E qual é o diferencial da sua marca nesse quesito?
Apesar dessa confusão, a comunidade de clientes pode ser um dos conceitos mais importantes quando consideramos o futuro do marketing e vale a pena uma exploração mais profunda da minha parte, enquanto professor e da sua enquanto gestor ou gestora.
Há uma necessidade enorme de comunidade em nosso mundo atual. Um monte de evidências sugerem que a qualidade de nossos relacionamentos está em declínio constante há décadas. Cada vez mais as pessoas afirmam que se sentem solitárias. As taxas de depressão aumentam. Há uma epidemia de solidão no local de trabalho, reforçado pelo isolamento na pandemia, e isso está levando a um menor desempenho no trabalho e menos comprometimento com a organização. Pior: a solidão de um indivíduo ainda influencia o desempenho das pessoas ao seu redor.
A essa altura, você deve estar se perguntando: o que isso tem a ver comigo e com minha empresa? Bem, talvez tudo.
Começamos com um olhar racional sobre os negócios. As pessoas têm uma necessidade profunda de pertencer, mas existe uma lacuna de pertencimento no mundo, uma necessidade humana profunda não atendida, uma necessidade que está crescendo em proporções gigantes nesta crise.
É possível para uma empresa ajudar as pessoas a se pertencerem? A resposta é sim.
Os clientes estão realmente nos dizendo que desejam pertencer às nossas empresas e marcas. Os grandes usuários de mídia social acham que é importante receber o reconhecimento de amigos online, por meio de curtidas, comentários e seguidores. Mas também dizem que é mais importante ser reconhecido por uma marca favorita online. Não é incrível? A aceitação de uma marca querida é mais importante do que a aceitação de um amigo!
Os sinais de que as pessoas querem pertencer a uma marca estão à nossa volta, se você souber onde procurar.
Há alguns anos, um sujeito tatuou um swoosh (logotipo) da Nike em ambos os tornozelos. Pensei: “deve ter doído.” Mas então percebi que esse ato de auto ilustração representa o maior sucesso de marketing. Este corredor amava tanto a Nike, confiava tanto neles, estava tão comprometido com seus ideais que fez um logotipo corporativo parte de seu corpo para sempre. De uma forma muito pública, ele está dizendo: “Esta empresa não vai me decepcionar. Tenho orgulho de pertencer a esta tribo e do que ela representa. ”
Nem todo mundo vai se dar ao trabalho de tatuar um logotipo em seu corpo, mas existem muitas “tatuagens virtuais” que simbolizam pertencimento.
Dê uma olhada nas capas de laptop abertas espalhadas pela cafeteria perto de você. Observe como eles são decorados com marcas favoritas. Preste atenção aos adesivos em alguns carros e caminhões. Procure amigos usando camisetas e chapéus de marca.
Se alguém ama uma empresa o suficiente para usar seus logotipos em seus corpos e colá-los em seus preciosos computadores e veículos, considero isso uma crença profundamente enraizada em uma marca que é um símbolo de pertencimento. Criar uma verdadeira comunidade de clientes não é apenas possível, está acontecendo em todos os lugares.
Compramos milhares de produtos todos os anos sem qualquer consideração pela comunidade. Não estou em uma comunidade de clientes para meu detergente, meu seguro, minhas roupas ou meu cabo de carregador de celular. Quase no tempo todo, compramos algo e só queremos ser deixados em paz.
Mas onde há uma oportunidade de compartilhar emoções verdadeiras com um cliente por meio de sua marca, então sim, a comunidade do cliente deve ser uma prioridade – e isso significa algo mais do que nomes que você tem em uma lista de mala direta ou de transmissão no WhatsApp.
A comunidade de clientes não é apenas uma jogada de marketing. É um compromisso total da empresa.
Uma comunidade de marca existe para servir as pessoas, não os negócios.
Assim como uma comunidade de bairro, uma comunidade virtual tem líderes, conflitos e tribos. As comunidades desafiam o controle gerencial. Eles não podem ser manipulados.
As marcas que se posicionam como membros essenciais de um movimento cultural promovem conexões emocionais com os consumidores. Eu mesmo criei, anos atrás, um grupo de solteiros aqui em Santos, que se tornou uma comunidade de encontros, amizade e atividades de entretenimento: o Amigos Zerotreze. Várias pessoas, inclusive, começaram um relacionamento afetivo a partir dessa comunidade.
Essencialmente, uma empresa está definindo um movimento no qual os clientes podem acreditar. Eles estão cumprindo sua missão, e a missão é o movimento. A crença compartilhada da missão impulsiona uma comunidade.
À medida que a publicidade tradicional e as relações públicas declinam nesta era de streaming, pertencimento e comunidade – verdadeira comunidade – podem ser a última estratégia de marketing eficaz que nos resta. Não acredito que a maioria dos profissionais de negócios ou gestores de empresas perceba isso.
Quanto mais tempo as pessoas passam na internet – especialmente durante este período de crise – mais solitárias, isoladas e deprimidas elas se sentem. Nossos clientes estão literalmente implorando para pertencer.
Construir uma verdadeira comunidade de clientes é um esforço muito significativo, mas também pode ser a realização mais importante e gratificante de sua carreira. Pense nisso e pertença também!
As pesquisas de satisfação são ferramentas que potencializam a voz de quem compra, utiliza e consome bens e serviços no mercado, tanto físico quanto on-line. E elas evoluíram tanto que decidi trazer as principais para vocês.
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Você sabe que opiniões são importantes. Todos os dias aparecem diversas oportunidades para expormos nosso ponto de vista: desde reuniões profissionais até reuniões familiares.
É importante darmos nossa opinião?
Sim, ela é extremamente valiosa. Por causa disso as marcas nos perguntam o que achamos delas. Esse tipo de avaliação mostra quanto o estamos felizes (ou não) com o atendimento que recebemos. As empresas criam um verdadeiro posicionamento da satisfação do seu público. Só que é necessário um processo bem organizado para se alcançar retorno.
Pesquisa de satisfação? O que é isso?
Ouça no Spotify ou outras plataformas
A pesquisa de satisfação é um meio objetivo e eficiente de entender se a sua empresa entrega o que o cliente precisa. As marcas precisam ‘sacar” seu público se quiserem vender cada vez mais. Com as opiniões dos clientes, é possível ter dados que vão desde a eficiência do atendimento da empresa até a qualidade dos produtos ou serviços prestados. Basta fazer as perguntas certas, no momento exato.
Tipos de pesquisas com o cliente
Trago para vocês os três tipos diferentes de pesquisa que são as mais utilizadas nos dias de hoje, principalmente no mundo digital.
O Customer Satisfaction Score (CSAT) (Pontuação de Satisfação do Cliente) mede diretamente os níveis de satisfação do consumidor nos momentos em que ocorrem relacionamento com a empresa. É a ainda usada para avaliar experiências e opiniões em processos como o tempo de entrega de produtos, a qualidade do atendimento, entre outros. É uma escala que ajuda a entender se o seu cliente está satisfeito ou não. Simples assim. Sim ou não!
O Customer Effort Score (CES) (Pontuação do Esforço do Cliente) mede o nível de esforço que o cliente teve para resolver um problema específico junto à sua empresa ou fornecedor. Quanto mais árduo for o caminho para o seu o público, maior a possibilidade dele te abandonar em algum ponto. Todos temos a tendência de preferir facilidades quando fazemos negócios. Sempre fugimos de complicações, fricções, erros e, principalmente, da espera cansativa. O esforço do cliente pode ser medido se usando a pergunta: “a empresa facilitou a resolução do meu problema?”.
O Net Promoter Score (NPS) (Nota Média de Indicação) é uma das metodologias de pesquisa mais populares do mundo. A métrica aponta o índice de lealdade e o potencial de recomendação dos seus clientes. Simples e direto, consiste em uma pergunta principal: “em uma escala de 0 a 10, qual a probabilidade de você indicar nossa empresa para um amigo ou conhecido?”.
Com base na resposta, a empresa e o gestor saberá como o cliente se sente em relação à marca classificando-o como promotor, neutro ou detrator: quem responde 9 ou 10 é um cliente promotor e tem grandes chances de recomendar a empresa; quem responde 7 ou 8 é um cliente neutro e indiferente, que não recomenda mas também não fala mal; quem responde 6 ou menos é um cliente detrator, com alta probabilidade de fazer comentários negativos sobre sua empresa para as outras pessoas. Este indicador mede o nível de lealdade e potencial de indicação dos seus clientes.
A pesquisa de satisfação: seus benefícios e objetivos
Normalmente, precisamos de alguém externo à empresa olhando para o nosso negócio, atividade e marca e nos avaliando. Isso ajuda a reconhecer nossos acertos e aponta onde podemos melhorar. Esses são apenas algumas das recompensas trazidas pelas pesquisas de satisfação.
Outros benefícios: cria oportunidades de evolução e melhoria; aponta problemas sérios que precisam ser resolvidos com urgência; alinha expectativas entre as partes envolvidas (o que você oferece e o que o seu cliente espera); economiza tempo de todos; e auxilia na retenção do público perto de você e por um tempo maior.
Uma pesquisa de satisfação possui responsabilidades que vão muito além de avaliar o atendimento da empresa. Apresento algumas a seguir:
Conhecer o cliente: por meio de feedbacks constantes é possível saber exatamente o que ele pensa da sua empresa e com isso, você poderá oferecer um atendimento cada vez mais personalizado.
Evitar ações prejudiciais à empresa: e quando uma empresa não responde às solicitações dos clientes? Ou quando o atendimento é ruim? Onde é que eles vão reclamar? Nas redes sociais? Acertou! E, geralmente, o público não é muito bonzinho nesses comentários negativos.
Por que esperar que o seu cliente coloque a boca no mundo para ser ouvido? Através de pesquisas de satisfação, se consegue evitar ações que prejudiquem a imagem da empresa e ainda melhora a sua reputação com os seus públicos.
Contornar reclamações: esteja preparado para qualquer resultado e tipo de comentário. Não fique chateado ou chateada ao perceber a forma com que os clientes enxergam a sua empresa. Claro que ninguém gosta de receber críticas. Mas aproveite para utilizar as informações a seu favor e resolva as reclamações. Essa ação é muito melhor do que ficar fazendo “mimimi” com comentários negativos, não acha?
Qual deve ser o formato da pesquisa de satisfação?
Um bom modelo de pesquisa de satisfação não deve cansar quem o responde. Por isso, deve ser curto e com perguntas objetivas. Use respostas em múltipla escolha na maior parte do tempo. Também é possível respostas discursivas, mas evite fazer com que o seu cliente digite muito, pois ele poderá abandoná-la antes mesmo de terminar de preenchê-la. Use as respostas discursivas apenas para coletar sugestões.
O que não fazer na sua pesquisa de satisfação?
Todos estamos sujeitos a erros, mas errar enquanto o seu cliente está te avaliando pode ser complicado. Portanto, tome muito cuidado ao criar a sua pesquisa. Erros de ortografia e gramática podem causar um péssimo impacto, por exemplo. Além do português (se for pesquisa nacional), você também deve verificar se as perguntas são de fácil compreensão. Tenha em mente que elas nunca devem obrigar o cliente a reler o conteúdo para entender o que você quis dizer. Uma pesquisa abandonada no meio também demonstra insatisfação.
Quando aplicar a pesquisa de satisfação?
A pesquisa de satisfação pode ser realizada em diversos momentos, mas sem dúvidas o melhor deles é logo após a finalização de um atendimento. Assim, o seu cliente terá na memória recente a situação e poderá fornecer a opinião mais verdadeira possível. Se demorar muitas horas para fazer suas pesquisas de satisfação você perderá a qualidade de relato do seu público.
Com essas pesquisas de satisfação você se aproximará cada vez mais dos seus públicos e os poderá atender com muito mais qualidade. Comece agora a pensar na sua estratégia para isso!
A frase “O Conteúdo é rei” tem sido muito comum no campo do marketing por anos. Este mantra certamente se tornou parte de nossa linguagem, talvez até mesmo parte de nosso DNA corporativo.
Mas acho que essa é uma daquelas frases comuns que consideramos certas e que podem na verdade não ter sentido. Você provavelmente sabe disso.
Vamos desembrulhar isso hoje.
Assista no YouTube
A verificação da realidade
Para colocar as coisas em perspectiva, por favor, faça um exercício de reflexão.
Pense em cada produto que você comprou nas últimas duas semanas. Isso pode incluir comida, roupas, lavagem de carros, plantas da casa, seguros, remédios, material de escritório, brinquedos, livros … qualquer coisa.
Ouça no Spotify ou nas demais plataformas
Agora, considere esta lista e determine: quantas dessas compras foram direta ou indiretamente influenciadas pelo conteúdo gerado pela marca escolhida?
Se você é como eu, a resposta é zero. O conteúdo de marca não tem impacto em 99,999% das decisões de compra do consumidor. Não vemos o conteúdo desta empresa e, se o vemos, provavelmente não acreditamos … muito menos subscrevemos qualquer um deles.
Para a maioria das empresas que buscam se conectar com os consumidores, o conteúdo certamente não é o rei. Nem rainha, príncipe ou mesmo bobo da corte. Nem tudo que é bom e ótimo em marketing começa com um novo canal ou blog da empresa no YouTube.
Acho que essa famosa citação de Seth Godin é dramaticamente exagerada. “As pessoas não compram bens e serviços. Eles compram relações, histórias e magia.”
Mas e quanto ao SEO (Search Engine Optimization)?
Bem, provavelmente você está pensando que estou perdendo o ponto principal aqui. O principal objetivo do conteúdo é o SEO e muitos dos produtos que compramos são baseados em uma pesquisa do Google. E, claro, você estaria certo.
Contudo, a era da pandemia criou um enorme aumento no comércio eletrônico. Estamos vendo agora níveis de compra semelhantes aquelas datas comemorativas todos os meses.
Mas se você for como eu, vá até a Amazon e encha seu carrinho. Ou, talvez, outro grande site como eBay, Magalu ou Mercado Livre. Ou, talvez, você faça um pedido em um supermercado local com drive-thru.
Pesquisas mostram que o volume de buscas aumentou dramaticamente durante a pandemia, mas quase todo esse volume foi relacionado ao coronavírus. Isso apóia meu ponto de vista de que muito do aumento do comércio eletrônico não é necessariamente impulsionado por SEO, porque estamos comprando commodities e marcas que já conhecemos e amamos.
O conteúdo é EXTREMAMENTE IMPORTANTE em uma busca. Mas rei? O conteúdo pode ter sido rei cinco anos atrás, quando era mais uma novidade e realmente contribuiu para os benefícios do SEO em um grau muito maior do que hoje.
Para onde vamos agora? Para a mídia infinita
Vou dar um exemplo: pessoas estão aprendendo a pintar com aquarela em aulas on-line. Nos tutoriais os artistas-tutores mencionam os materiais que usam. Então as pessoas compram baseadas nisso. Por que não fazer isso? Não se tem tempo para experimentar outros materiais. A pessoa segue em frente, clica na Amazon ou Americanas e faz um pedido.
É assim que a maior parte do marketing ocorre hoje. Não acreditamos em anúncios ou conteúdo da empresa. Nós acreditamos um no outro. Para esse público, esse artista-tutor é um influenciador.
Conteúdo gerado pelo usuário
O conteúdo não é mais rei. Conteúdo gerado pelo usuário é rei e será por algum tempo. E conteúdo gerado pelo usuário em um determinado contexto que nos transmita realidade e veracidade é a rainha.
Há dez anos,, a quantidade de conteúdo publicado por pessoas reais superou a quantidade publicada por corporações e empresas de mídia.
Então, entramos em uma era de “mídia infinita” que diminuiu o impacto do conteúdo e iniciou a guerra contínua por atenção que preocupa todos os profissionais de marketing do mundo hoje. O conteúdo da empresa foi deixado para trás. O conteúdo criado por nossos amigos e influenciadores que admiramos é muito mais interessante, relevante e confiável.
E é esse o conteúdo que nos faz comprar coisas.
Como você organiza um funil de relacionamento?
Portanto, essa é uma outra questão crucial do marketing digital: relacionamento.
Prof. Alberto Claro
Doutor em Comunicação Social
Professor de Administração da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo
Diretor de Comunicação (voluntário) da Casa da Esperança de Santos
Palestrante nacional e internacional na área de Administração, Comunicação e Marketing