[{"Value":"","Discard":false,"Expires":9999999999}] Carreira – Learn4ever https://blog.albertoclaro.com Cursos online na prática Wed, 18 May 2022 19:31:17 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 Competências e habilidades na carreira em tempos incertos https://blog.albertoclaro.com/competencias-e-habilidades-na-carreira/ https://blog.albertoclaro.com/competencias-e-habilidades-na-carreira/#comments Sat, 17 Apr 2021 04:00:00 +0000 https://blog.albertoclaro.com/competencias-e-habilidades-na-carreira-em-tempos-incertos/

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Vivemos em um momento que as competências e habilidades que as organizações (de todos os tipos) pedem às pessoas que atuam em seu quadro ou que virão a atuar são cada vez mais complexas. 

Decidi, portanto, começar uma série de textos que tratam disso com o intuito de auxiliar as pessoas que estão um pouco perdidas com todas essas mudanças que estão ocorrendo no mercado de trabalho e gerenciamento da carreira.

Vamos lá?

A grande dica inicial é que você precisa ter um propósito, uma missão ou causa – e que seja maior e externa a você. Comece pensando o porquê  de ter escolhido aquela carreira.

Pessoas contratadas pelas habilidades técnicas (hard skills) e demitidas pelas interpessoais (soft skills ou people skills) é muito comum. Se dedique a estudar de forma interdisciplinar e contínua, pois hard kills se aprendem por aí, mas as soft só interagindo com outros seres humanos.

Você sabe diferenciar hard skills de soft skills? Vou tentar explicar as características que diferem estes conceitos.

Se você tem conhecimento na área de gestão de recursos humanos ou gestão de pessoas, certamente já ouviu falar desses dois termos. Eles são muito utilizados na tentativa de separar o tipo de aptidão apresentado por cada profissional. Desta maneira, é possível realizar a avaliação de um colaborador de forma mais assertiva.

Tempos atrás, era comum que os recrutadores baseassem suas opiniões quase que exclusivamente nas habilidades conhecidas como hard skills. Porém, com o desenvolvimento do mercado de trabalho e o aumento das exigências que um profissional deve cumprir para ser considerado qualificado, as chamadas soft skills vêm ganhando relevância.

Tento aqui, elucidar a importância de sua aplicação dentro da empresa e como essas competências podem ser desenvolvidas. Confira!

O que são hard skills e soft skills

Entender o conceito dessas expressões é fundamental para avaliar a qualificação de um candidato para uma vaga ou mesmo para mensurar a importância de um colaborador.

A palavra “skills”, traduzida do inglês, significa “habilidades”. Assim, o entendimento de que ambos os conceitos falam sobre as aptidões de uma pessoa é intuitivo. Não é possível, porém, traduzir os termos completos de forma literal e, ao mesmo tempo, manter o seu significado.

As hard skills, por muito tempo, foram a principal fonte de análise de um profissional. Não é difícil entender o motivo. Por natureza, elas são habilidades profissionais que podem ser mensuradas de alguma forma. Por conta disso, são facilmente identificáveis, seja pela apresentação de um diploma ou pela proficiência em uma língua estrangeira.

Portanto, são as habilidades que podem ser facilmente aprendidas (e ensinadas) por meio de cursos, treinamentos, workshops e etc. De forma simples, podemos conceituá-las como as aptidões técnicas de um profissional. Sendo assim, vamos olhar alguns exemplos: 

  • conhecimento em uma língua estrangeira;
  • graduação;
  • cursos técnicos;
  • mestrados e doutorados;
  • conhecimento na operação de máquinas e ferramentas;
  • habilidades ligadas à informática.

Por serem facilmente reconhecíveis, essas informações geralmente constam no currículo de qualquer candidato. Obviamente, as mais relevantes dependem das necessidades da empresa e do tipo de cargo a ser exercido pelo profissional.

As habilidades técnicas são certamente as mais fáceis de serem analisadas. Porém, com o desenvolvimento profissional, não contam mais com o mesmo apelo diferencial de outros tempos. 

Hoje, as soft skills recebem muita importância no processo seletivo. Vamos entendê-las!

Ao contrário das hard skills, as soft skills são mais difíceis de quantificar e reconhecer. Trata-se de habilidades sociocomportamentais, ligadas diretamente às aptidões mentais de um candidato e à capacidade de lidar positivamente com fatores emocionais.

As soft skills são difíceis de compreender uma vez que envolvem mais que um curso ou um certificado. Elas abrangem toda a experiência psicossocial de uma pessoa, o que também faz com que sejam habilidades mais complicadas de serem ensinadas ou assimiladas.

Sua importância na avaliação de um colaborador vem crescendo graças à mudança de paradigma ocorrida dentro das empresas nos últimos anos. De nada adianta contar com profissionais tecnicamente capacitados, mas que tenham dificuldade em lidar com ambientes de pressão ou de trabalho colaborativo. Vamos checar alguns exemplos:

  • empatia;
  • comunicação interpessoal;
  • capacidade de persuasão;
  • proatividade;
  • resolução de conflitos;
  • capacidade de trabalhar sob pressão;
  • senso de liderança;
  • capacidade analítica.

Pela dificuldade em serem comprovadas em um primeiro contato, essas competências costumam ser menos citadas em currículos, exigindo que o grupo de recrutadores seja capaz de identificá-las. A realização de dinâmicas de grupo é uma ferramenta muito utilizada para observar e avaliar soft skills.

Então, por serem as mais difíceis para qualquer profissional e para as empresas conseguirem pessoas com essas habilidades, devemos dedicar mais tempo a entendê-las e as desenvolver em nós mesmos.

Eu mesmo tento fazer isso diariamente. Não nasci pronto e tenho minhas fraquezas e dificuldades como qualquer humano. Mas tenho sempre a intenção de melhorar a cada dia. E você em sua carreira?

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People o quê? Termos da gestão de pessoas que você precisa saber https://blog.albertoclaro.com/termos-da-gestao-de-pessoas/ https://blog.albertoclaro.com/termos-da-gestao-de-pessoas/#respond Sat, 20 Feb 2021 13:23:00 +0000 https://blog.albertoclaro.com/people-o-que-termos-da-gestao-de-pessoas-que-voce-precisa-saber/

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Vez por outra gosto de passar para você alguns termos mais atuais da área de gestão. Desta vez optei pela Gestão de Pessoas, ou o bom e velho setor de RH (Recursos Humanos). Esses termos são importantes também para qualquer profissional que se preocupa com o desenvolvimento da sua carreira e das suas habilidades e competências. 

Sempre surgem novidades, portanto, para muitos de vocês se torna difícil estar a par desses termos. Mas estou aqui para dar uma mãozinha e disponibilizar termos que estão presentes nas rodas de conversa empresariais.

Muitos termos são tão recentes que ainda estão sendo utilizados no mercado pelo seu nome em inglês. Não sou adepto dos estrangeirismos, mas se trata de uma prática de mercado. E, com o tempo, acabam se incorporando ao vernáculo das empresas e das carreiras de muitos.

Vamos a eles?

A Inteligência Artificial (IA) (AI em inglês) é uma tecnologia que tem revolucionado inúmeros setores de atividade empresarial com um trabalho mais ágil e inteligente. Percebemos que ela é cada vez mais aplicada na Gestão de Pessoas como propulsora de estratégia de recrutamento e seleção mais apurada.

Agora é a vez de um sigla, a ATS (Applicant Tracking System), que se trata de  uma plataforma de recrutamento que junta em um único lugar todos os recursos necessários para analisar, selecionar e recrutar talentos de forma simples, rápida e baseada em tecnologia. Já se percebe que alguns deles utilizam tecnologia de IA.

Este termo pode ser mais conhecido? O Burnout, que é visto como um estresse avançado, configurando-se no esgotamento físico e mental do profissional ou de um time de trabalho. Este é um dos termos técnicos de Gestão de Pessoas bastante utilizado pela área em virtude da crescente discussão sobre saúde mental no trabalho, ainda mais em momentos pandêmicos como os que vivemos atualmente.
Quando nos referimos ao conjunto de medidas e normas que promovam o desenvolvimento de um negócio a partir das suas próprias diretrizes, nos referimos ao Compliance. Esse conceito facilita o diagnóstico de eventuais desvios ou inconformidades. As organizações precisam escrever suas políticas internas, normas de conduta e manuais de procedimentos de forma clara para que todos saibam seus limites, responsabilidades, direitos e deveres.

Chegamos a outro termo mais comum, mas super importante, a Cultura organizacional, que é o pilar institucional a ser seguido pela empresa, e que são aplicados em sua rotina. Costuma-se dizer que sem cultura não há estratégia que dê certo em uma organização. E a cultura determina o sucesso do que se planeja. Olho nela!

Fala-se muito sobre educação continuada para as pessoas nas empresas, então o termo E-learning trata da modalidade de ensino a distância por meio da internet e outros meios eletrônicos ou digitais. Hoje nas organizações também podem auxiliar na criação das trilhas de aprendizagem. Mas já percebemos a utilização do Deep Learning (DL) (aprendizagem profunda em português) que é uma tecnologia avançada que treina máquinas a aprenderem tarefas como seres humanos. Na mesma vertente que a IA, Deep Learning ganhará mais espaço nas estratégias da Gestão de Pessoas a cada dia.

Assim como a AI e DL, também influenciará o futuro do recrutamento nos próximos anos a Machine Learning (ML) (aprendizagem de máquina em português), que é outra tecnologia, que busca, a partir de estatística e algoritmos, ensinar máquinas a partir de padrões e experiências. 

Já a modalidade de uso das ferramentas online para o recrutamento e seleção de profissionais se chama E-recruitment. Um dos termos usados em recursos humanos com a chegada das soluções tecnológicas no setor. 

Aqui vai um termo que já foi tema de um artigo meu anterior por aqui: a Employee Experience. Cada vez mais, a retenção de talentos será um dos pilares em qualquer organização. Para tanto, o gestor de pessoas precisará investir em experiências positivas que engajem os seus colaboradores com a cultura organizacional e propósito. A employee experience é muito útil para isso e deve estar na pauta estratégica.

Sabe aquele termo que estamos ouvindo muito nos dias de hoje nos movimentos sociais, então o termo original veio da área de pessoas. É o Empowerment (ou empoderamento), que se refere à delegação de autonomia e autoridade aos colaboradores para que tomem as decisões e assumam mais responsabilidades.

Já falei aqui da experiência do cliente consumidor ou usuário, mas e da experiência do candidato à vaga de emprego? Conforme os processos seletivos ganham novas proporções e complexidade, os candidatos são também enxergados como clientes, a experiência proporcionada deve mudar drasticamente. Por isso, a experiência do candidato é um termo que deve ser acompanhado pela empresa. Possíveis insatisfações no processo podem afastar bons talentos e até prejudicar a imagem da marca.

Some a isso a jornada dos colaboradores e até dos candidatos à vaga de emprego. Ela é uma ótima metodologia para visualizar os vários estágios através dos quais não apenas o cliente (já falei disso aqui nos artigos algumas vezes), mas também como o colaborador se relaciona com a empresa e vice-versa, permitindo a identificação de pontos problemáticos e momentos críticos em que o feedback e melhorias necessárias.

Nesse processo de jornada identificamos a ferramenta Funil de recrutamento. Ele engloba todas as etapas da contratação de novos colaboradores, e é de grande ajuda na hora de identificar pontos de melhoria e ações que podem aprimorar as taxas de aquisição.

Headcount é a métrica que demonstra a quantidade de colaboradores em uma empresa. A partir dela e de suas variações, é possível construir uma projeção de crescimento do quadro de funcionários que acompanhe o desenvolvimento estratégico da empresa. Existem outros KPI’s (indicadores chave de desempenho) que devem compor um conjunto de métricas cada vez mais complexas. Tente entender quais são importantes para o seu setor de atividade.

É importante que a empresa possua Job Description ou a descrição do trabalho a ser feito. Um documento interno que afirma claramente os requisitos essenciais da vaga, seus deveres e responsabilidades, além das habilidades necessárias para desempenhar uma função específica.

A estratégia de atração de talentos se chama Inbound Recruiting. Ela deriva do marketing digital. Busca atrair os candidatos e nutri-los com conteúdos interessantes e pertinentes durante todo o funil de recrutamento. É uma estratégia que auxilia na construção da marca empregadora e no desenvolvimento de um Talent Pool engajado (falo desses dois termos mais à frente).

Nessa linha, o Onboarding é o trabalho de orientar e capacitar os colaboradores recém-contratados, para que assimilem rapidamente a cultura e estrutura da empresa.

Falei muito já sobre a marca de uma empresa ou de um produto. Agora vou apresentar outro tipo de marca: a marca empregadora que é o cartão de visita da sua empresa. Ela espelha a sua cultura e valores, e ajuda assim a recrutar talentos mais alinhados com o seu propósito. 

O Endomarketing, também conhecido como Marketing Interno, é uma estratégia que visa a aproximação, retenção e encantamento dos colaboradores de uma empresa, que são os principais responsáveis pelo sucesso de uma organização. A marca empregadora deve ser muito bem trabalhada nessa questão.

Dados estão com tudo, certo, por isso que a área de Gestão de Pessoas usa o People Analytics. Essa análise de pessoas é o método que utiliza a coleta, organização e análise de dados sobre os colaboradores de uma empresa com o intuito de aprimorar a gestão estratégica dessa área.

Recrutamento data-driven é a aplicação de dados na estratégia de aquisição de talentos. É de extrema importância que as decisões, nesse processo, sejam baseadas em fatos. Por isso, esse termo precisa estar na pauta de todo gestor de pessoas desde já.

Quando se trata de falar sobre a requalificação das habilidades de um profissional com o intuito de melhorar seu posicionamento no mercado de trabalho falamos de Reskilling. É importante tanto para quem busca por vagas como também para os colaboradores de uma empresa. E como você está trabalhando as suas habilidades, tanto comportamentais quanto ferramentais?

Já que se fala de métodos ágeis por aí, é importante que a organização possua um RH Ágil também. Ele aplica metodologias ágeis para que o setor torne-se mais orientado a resultados, melhore a qualidade das entregas e aprimore a agilidade dos processos. A discussão sobre esse tema tende a crescer muito, portanto, fique de olho.

Pessoas que são chamadas de Talent Advisor, são os profissionais que “extrapola a caixa” de recrutador e torna-se um orientador de carreira ou um mentor. Pode ser um grande parceiro.

Também conhecido como banco de talentos, o Talent Pool possui como princípio atrair os talentos para uma vaga que será aberta em breve em uma empresa. Vemos, atualmente, que essa estratégia se junta à nutrição e engajamento da base, nessa tem vários termos novos hein?).

Finalmente, chegamos ao Upskilling que trata da melhora das competências técnicas e habilidades interpessoais já existentes no profissional. Essa ação tem o intuito de aprimorar pilares e atua em conjunto com o reskilling e as power skills, igualmente fundamentais.

Espero que tenha contribuído para um melhor entendimento desses jargões da gestão de pessoas e para a evolução da sua carreira profissional. Faltou algum? Me conte.

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Hora do trabalho autônomo como escolha de carreira? https://blog.albertoclaro.com/hora-do-trabalho-autonomo-como-escolha-de-carreira/ https://blog.albertoclaro.com/hora-do-trabalho-autonomo-como-escolha-de-carreira/#respond Sat, 17 Oct 2020 04:00:00 +0000 https://blog.albertoclaro.com/hora-do-trabalho-autonomo-como-escolha-de-carreira/

Para milhões de pessoas que agora trabalham a partir de uma mesa em casa – em vez de uma mesa em um escritório – a pandemia as forçou a fazer uma pergunta flagrantemente óbvia: é hora de largar o emprego?

A evidência é que mais e mais pessoas estão olhando para essa opção. Se focando no trabalho autônomo. Mas com um erro estratégico terrível: sem um Plano A, muito menos um Plano B.

Cabe aqui uma pergunta para essas pessoas: “Quando você pediu demissão, o que você teria feito de diferente se soubesse então o que sabe agora?” Isso me fez pensar com empatia. O que eu faria de diferente se fosse um dos milhões de pessoas que trabalham em casa e estão pensando em passar a trabalhar por conta própria?

Para quem está pensando em dar o salto para o trabalho autônomo, quero compartilhar quatro lições que aprendi ao longo do caminho.

Assista no YouTube



1. Não apenas saia do seu emprego, prepare-se para isso!



As pessoas viram autônomas sem um plano. Essa não é a melhor ideia. Trabalhar em casa é sua chance de planejar, pesquisar, criar estratégias e se preparar para a mudança do trabalho autônomo com antecedência.

Primeiro, dê uma boa olhada nas habilidades (técnicas e socioemocionais) que você possui (e não possui) pelas quais poderia cobrar dinheiro. Então, fique absolutamente certo sobre que tipo de atividades do trabalho do dia-a-dia o energizam e inspiram.

Muitas pessoas podem tolerar um trabalho pelo qual não são apaixonadas em troca de estabilidade e segurança. Quando você trabalha por conta própria, essa não é uma opção viável no curto prazo.

Existem muitas incertezas e desafios quando você trabalha por conta própria. É melhor você deixar claro que está fazendo algo que ama ou você – e as pessoas ao seu redor – ficarão infelizes.

2. Trabalhe na sua marca pessoal AGORA


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Entenda que todos possuem o poder de se destacar e construir uma marca pessoal. Não é mais quem você conhece que realmente conta nos negócios (apesar de importante) … é quem conhece você que importa.

Já entendi o poder de usar o LinkedIn para networking e negócios. Quando comecei, usei-o para procurar clientes em potencial. Agora, eu o uso para permitir que meus clientes em potencial me encontrem. É uma diferença sutil, mas importante … e funciona.

Ser conhecido em sua indústria, mercado ou setor é vital para o seu sucesso. Mas quando as pessoas largam seus empregos, não costumam saber disso. É importante também saber que as pessoas que você conhece podem influenciar suas chances de sucesso no trabalho autônomo.

Portanto, desenvolva uma marca pessoal muito antes de sair do seu emprego atual.

3. Aprenda tudo o que puder sobre vendas e marketing


Não importa o que você faça, se você trabalha para si mesmo, você está em vendas e marketing. Isso é absolutamente fundamental para o seu sucesso ou fracasso no trabalho autônomo. Nenhum cliente é igual a nenhum negócio.

Eu conheço muitos autônomos que, apesar de serem brilhantes no aspecto técnico de seus negócios, estão falhando em vender ou fazer marketing de forma eficaz. É incrível como muitos problemas nos negócios desaparecem quando suas atividades de vendas e marketing estão funcionando bem!

O marketing não pode ser uma reflexão tardia. Ele deve estar embutido na própria estrutura da sua startup desde o início.

4. Aceite sua autoestima

Como empresário ou profissional autônomo, você não ganha o que os outros acham que você vale. No longo prazo, você ganha o que acha que vale. Se você não valoriza seus serviços ou conselhos, ninguém mais o fará.

Eu não posso enfatizar este ponto o suficiente. Como muitas pessoas, às vezes tenho lutado contra a síndrome do impostor e a baixa autoestima. Mas também aprendi que a confiança é uma habilidade que você pode praticar e desenvolver com o tempo.

Quanto mais você acredita em si mesmo, mais as outras pessoas também acreditarão.

Aproveite o dia!

A melhor época para começar a planejar uma carreira de trabalho autônomo é agora. É o máximo em autossuficiência e liberdade. Você faz o que quiser, quando quiser, para quem quiser. Só precisa estar sendo remunerado para isso, senão não terá como pagar suas contas, é claro!

Se você conseguir fazer isso sem um empregador, sem empréstimos, sem parceiros de negócios, sem financiamento e com nada além de suas habilidades autônomas, sua pressa e determinação, você pode fazer isso em qualquer lugar. Ainda mais com as ferramentas digitais e a web à sua disposição.

Se você tem trabalhado em casa nos últimos meses, talvez, apenas talvez, agora seja a hora de fazer a mudança mais importante em sua vida profissional. Boa sorte!

Prof. Alberto Claro

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