[{"Value":"","Discard":false,"Expires":9999999999}] Branding – Learn4ever https://blog.albertoclaro.com Cursos online na prática Thu, 12 May 2022 22:58:59 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 Cada um cria a sua própria realidade de marca na internet https://blog.albertoclaro.com/propria-realidade-de-marca-na-internet/ https://blog.albertoclaro.com/propria-realidade-de-marca-na-internet/#respond Sat, 17 Jul 2021 03:16:00 +0000

O que você vai encontrar nesse conteúdo
 

Há muitos anos, uma aluna de um MBA me perguntou: “Alberto, quantas estratégias de marketing eu devo ter em minha organização?” Rapidamente respondi: “Quantos clientes você tem?”

Embora isso possa parecer uma resposta caprichosa ou até irreverente, há uma verdade profunda aqui. Uma empresa ou uma marca precisa estratificar suas mensagens no grau enésimo, para personalizá-las para os indivíduos tanto quanto o orçamento puder pagar na Internet.

Percebi que isso se tornou realidade nos dias de hoje, quer saibamos disso ou não. Cada cliente está recebendo uma mensagem personalizada sobre sua empresa e isso tem pouco ou nada a ver com seus esforços de marketing. Todo mundo está forjando a realidade de sua própria marca. Vamos descobrir o por quê.

A realidade da marca personalizada

Tenho pensado muito sobre o fato de que a maior parte da Humanidade não tem mais nenhuma realidade compartilhada. Trinta anos atrás, recebíamos nossas notícias e informações de um ou dois jornais diários, três emissoras de televisão, algumas assinaturas de revistas familiares e talvez do rádio durante nosso trajeto para o trabalho ou escola.

Portanto, havia uma base de entendimento limitada e comum. Você pode não concordar com seu vizinho, mas pelo menos estava debatendo os mesmos fatos que colheu no noticiário da noite.

Hoje, por meio da infinita oportunidade da internet, nos cercamos de qualquer notícia e informação que apoie nossa visão de mundo peculiar.

Existem recursos infinitos que atendem a todas as posições políticas e filosóficas diferenciadas. Você pode se cercar de pessoas e fontes de notícias que irão logicamente afirmar que o mundo é plano ou que um homem nunca pousou na lua.

Muitas pessoas estão compartilhando e acreditando em esquisitices sem fim. Esse tipo de realidade mundial bizarra só poderia ocorrer agora, em um mundo de notícias da internet escolhidas pelo indivíduo. Não importando a fonte.

As pessoas nessas bolhas de realidade vão pensar que você é louco se não compartilhar sua visão de mundo, porque todos que conhecem e tudo que leem apoiam sua perspectiva. Como você pode ser tão estúpido?, pensam elas.

A internet se tornou um andaime que mantém uma realidade criada individualmente. Isso também se estende a sentimentos e crenças sobre produtos e empresas.

Quer você acredite que as bizarrices que lemos por aí são verdade ou não, você pode se apoiar na mídia certa para apoiar tudo em que você quiser acreditar.

É um dilema interessante do ponto de vista empresarial. As pessoas se cercam da mídia de apoio e, provavelmente, não há nada que você possa fazer para mudar a realidade de sua marca nesse ambiente.

Algoritmos definem suas percepções de marca

Nossa realidade de marca pessoal autoinduzida é apoiada e aprimorada pelas bolhas em que somos mantidos pelo Google, Facebook e outros algoritmos de pesquisa.

Se você e eu procurássemos os “melhores automóveis de luxo”, o resultado poderia ser bem diferente para nós dois, mesmo se usarmos os mesmos termos. Os resultados podem ser afetados por:

  • Onde nós moramos
  • Nosso histórico de pesquisas anteriores
  • Anunciantes locais
  • O que nossos amigos procuram

… para nomear alguns.

Certa vez, minha irmã estava procurando um tipo de camisa muito específico para mim. Comecei a ver anúncios daquela camisa obscura no meu feed de notícias…embora nunca tivesse procurado por ela! Os algoritmos sabiam que estávamos conectados e responderam de acordo. Tenho certeza de que você tem seus próprios exemplos assustadores de como esses códigos mantêm nossas realidades pessoais no lugar!

Então aquela minha resposta anos atrás é verdadeira hoje. Nossa realidade online foi fragmentada de milhões de maneiras, de modo que, com o tempo, nossa experiência online individual está de acordo com nossas visões e expectativas. Estamos todos rodeados por bolhas de marca semipermeáveis, ou talvez impermeáveis.

A grande maioria das pessoas estão na internet. Indiscutivelmente, ela é nossa realidade.

Eu me pergunto se a estratégia de marketing hoje é realmente sobre criar uma história de marca sobre um produto, ou é encontrar uma maneira criativa de atrair as pessoas para fora de suas bolhas … ou mantê-las em uma?

Para pensar.

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Employer branding e Employee Experience: ser uma marca empregadora e promover experiências aos colaboradores https://blog.albertoclaro.com/employer-branding-e-employee-experience-ser-uma-marca-empregadora-e-promover-experiencias-aos-colaboradores/ https://blog.albertoclaro.com/employer-branding-e-employee-experience-ser-uma-marca-empregadora-e-promover-experiencias-aos-colaboradores/#comments Sat, 24 Oct 2020 04:00:00 +0000 https://blog.albertoclaro.com/employer-branding-e-employee-experience-ser-uma-marca-empregadora-e-promover-experiencias-aos-colaboradores/


Estamos acostumados a ouvir que uma pessoa é ou não é empregável. E nos acostumamos ao termo “empregabilidade” no mundo empresarial. O termo “empregabilidade” é comum no mercado de trabalho para indicar o quanto uma pessoa é “empregável”, se fazendo uma análise de quais seriam as dificuldades ou facilidades para ela encontrar um nova atividade laboral, caso precise.

Mas você sabe o que é uma marca empregadora e experiência do colaborador? E por meio dela criar uma proposta de valor para seus colaboradores e atrair talentos que queiram genuinamente trabalhar para sua empresa?


Assista no YouTube


Já ouviu falar de Employer Branding?


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Employer Branding (EB) é uma expressão surgida nos anos 1990 e é hoje estratégia fortemente usada nos negócios mais inovadores, especialmente relacionadas a equipes de Recursos Humanos, Marketing e Comunicação de empresas de todos os portes e segmentos que se preocupam com seus ativos mais importantes: pessoas.

É o processo que envolve a construção e a gestão de uma marca empregadora forte, focada na reputação verdadeira e diferenciada usando-se promessas de valor consistentes, diante de candidatos às vagas disponibilizadas, de colaboradores e da sociedade como um todo, contribuindo assim para a atração e a retenção desses talentos. Vivemos um ambiente dominado pela disputa pelos melhores talentos do mercado, portanto, ter uma estratégia de EB é hoje o que pode proporcionar não apenas o sucesso, mas a sobrevivência das empresas em suas áreas de atuação.

Mas, mesmo com esse tema em destaque nas tendências de mercado, muitos profissionais e empresas ainda têm dúvidas sobre o que realmente é a gestão de marca empregadora e como começar a aplicá-la no dia a dia, de forma que ela contribua eficazmente nos resultados de negócios.

Usar essa estratégia ajuda a conseguirmos defensores internamente na organização (similar aos clientes leais). Isso gera uma reputação da marca como uma marca empregadora. Atrai talentos fundamentais para ganhos de escala e crescimento necessários nos tempos atuais.

Essa estratégia visa aumentar a satisfação dos colaboradores e os transformar em apaixonados pelo seu trabalho e pelo local (não físico somente, mas emocional) no qual exercem as suas atividades laborais.

O EB é importante para as organizações pois traz alguns benefícios tais como: produtividade, redução de custos, melhor relacionamento com fornecedores, melhor suporte para ações de marketing.

Portanto, de uma forma simples que eu descrevo aqui, você deve promover o valor da sua marca, engajamento e motivação dos profissionais que trabalham com você, além de um senso de pertencimento entre todos os colaboradores.

Já ouviu falar de Employee Experience?


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Nas organizações mais antenadas, já há algum tempo vivemos a era da UX — que é o conceito de User Experience e que nos ensina que não é o bastante criar um site, canais de e-commerce ou um app bonito. Essas plataformas também precisam ser fáceis de navegar, entregarem uma experiência de uso extremamente agradável para o usuário. Parece óbvio para um profissional de marketing, mas não é tão praticado assim. Apesar de vermos produtos sendo melhorados continuamente, ainda bem! Ainda assim, os atores da área da comunicação e até mesmo as marcas mais tradicionais precisaram repensar times e a sua estratégia virtual na tentativa de oferecer essa experiência memorável de navegação. 



Entendido o conceito? Então chegamos a um novo momento deste texto: a era da EX, a Employee Experience, ou experiência dos nossos colaboradores dentro da nossa empresa. O lado humano das organizações, seja no aspecto comercial, de comunicação ou no trato com as pessoas se destacou ainda mais neste momento de pandemia. Nas organizações, a preocupação com as pessoas alcançou status nunca vistos. 


Todos os aspectos que conhecíamos do trabalho presencial mudaram radicalmente e isso abriu a possibilidade das empresas e seus líderes repensarem a atuação e estudarem diferentes e inovadores conceitos de qualidade de vida que envolvem os times de trabalho. Colocar em pauta das estratégias de negócios a experiência dos empregados  é necessária para qualquer tamanho ou tipo de empreendimento. A experiência proporcionada por essas empresas que atrairá ou manterá as melhores pessoas para compor as equipes. E ninguém aqui discute o fato de que pessoas são o que tornam um lugar de trabalho especial (ou não).


Reprogramar a experiência dos nossos colaboradores significa ter a chance de repensar todo o modelo/fluxo de trabalho. Não digo que é fácil, mas também digo que é a oportunidade que pode trazer uma grande diferenciação para os negócios.


Em um formato onde cada um de nós pode trabalhar de onde bem entender (amo!!!), como manteremos a interação entre as equipes, por exemplo?  Novos arranjos físicos e tecnológicos, novas ferramentas e tecnologias, entre outras mudanças que estamos assistindo irão ser percebidos na experiência de cada um dos colaboradores ao exercerem as suas atividades e, em seguida, na relação deles com os clientes e, principalmente, nos resultados obtidos dessa interação. 


Resultados positivos com certeza!


Prof. Alberto Claro

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WhatsApp e Telegram e a questão de envio de conteúdo em massa https://blog.albertoclaro.com/whatsapp-e-telegram-e-a-questao-de-envio-de-conteudo-em-massa/ https://blog.albertoclaro.com/whatsapp-e-telegram-e-a-questao-de-envio-de-conteudo-em-massa/#respond Fri, 06 Dec 2019 19:30:00 +0000 https://blog.albertoclaro.com/whatsapp-e-telegram-e-a-questao-de-envio-de-conteudo-em-massa/
Não sei se você sabe mas a partir de sábado, 7 de dezembro de 2019, o WhatsApp pode penalizar as pessoas ou empresas que enviarem uma quantidade muito grande de conteúdo pelo seu mensageiro.
 
O WhatsApp pertence ao Facebook e com as novas diretrizes de sete dezembro isso pode acontecer , então eu já uso Telegram faz tempo pra poder enviar conteúdo para as pessoas que se interessam por ele.
 
Então, eu sugiro você começar a pensar mais um pouco no uso do Telegram. E como sempre digo, o Instagram, Facebook, WhatsApp, tudo isso pertence ao “tio Mark” e ele faz o que quiser, quando quiser.
 
Fica então mais uma dica para vocês.
 

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